26 junho 2011

Formações graníticas típicas da região Cubalense

1.
2.
3. 4.
5.

6.

Entre o Cubal e a Missão

1.

CUBAL ANTES

1.

Cerimónia no Cubal

Posted by Picasa

25 junho 2011

O Sonho de Ximuco , por Seraos Zurc (Versos publicados na revista nº 3 Maio 1970 da Câmara Municipal do Cubal)


Versos publicados na revista nº 3 Maio 1970 da Câmara Municipal do Cubal.
Autor sob pseudónimo: Seraos Zurc.


Alguém sabe quem foi o autor destes versos? Lido inversamente terá sido  CRUZ SOARES

Cubal, por José Luís Ferreira

Cubal terra linda de encantos, cidade tão nobre e leal, que recebia toda a gente, sempre alegre e contente e a todos dava guarida.
Quem partia sentia saudades permanente da cidade que ficava.

Isto era a realidade.
jose luis azevedo ferreira
E-mail: meng030960@live.de

23 junho 2011

Desporto era no ..... Cubal

1.
Equipa masc. de basquete do Cubal
De pé da esqª: SHULTZ, RUI PINHEIRO, JOÃO CAMILO, HERNÂNI CABRAL
Em baixo: HENRIQUE RIBAS, CANAIS VITAL, ARMANDO FERREIRA (Chininho),LINO
2.
Equipa de futebol do Banco de Angola - Cubal 3.
Esta é histórica.
De pé esqª:
SILVA "ponta esquerda", JOÃO GONÇALVES, JACINTO GUERRA, Inspector VICENTE, JOAQUIM DE SOUSA.
Em baixo:
JOSÉ PEREIRA LEMOS, MÁRIO JORGE (enfermeiro), CABRAL, VALENTIM, BRITO, "Velho" QUEIRÓS, MARQUES ADMINISTRATIVO
4.
Jogo realizado na Ganda
resultado: Ganda - 0 / Ferrovia do Cubal - 5
Em Pé da esqª : Brito, Palma, Hernani, Canais, Robialac, Gil, João (Ex Chimboa)
Em Baixo: Zé Maria, Irmão do João (Ex Chimboa)Marreiros, Becas, Barroso, Mario (do destacamento militar)
Ano : 1961

5.
Equipa de Futebol do Destacamento Militar do Cubal
com a madrinha Amélia Cravo

Oficina de carpintaria Cabral & Cunha

1.
Oficina de carpintaria Cabral & Cunha
Da esqª JOAQUIM CABRAL, JOSÉ Mª CABRAL, CUNHA, CHICO VALADAS (atrás)

18 junho 2011

CUBAL EM FESTA - ANO 1964

CUBAL EM FESTA - ANO 1964

Cubalenses

Jacinto, Valentim e ...

Cubalenses

Pede-se ajuda na identificação destes amigos.
Só me lembro do Júlio.
 Desculpem-me os restantes
 (Ruca)

Cubalenses

Júlio e .... (ajudem na identificação)

Cubalenses

Júlio, Albuquerque e .... (ajudem-me)

Cubalenses

Para além do Júlio (inconfundível) ajudem-me na identificação desta "malta" toda.
Obrigado
Ruca

Baile de Finalistas no Cubal - 1973

A Helena Carvalho privilegia-nos novamente com belos testemunhos cubalenses, que lá vão aparecendo no seu baú de memórias.
Espero sinceramente que esse baú continue a surpreender-nos.
Uma saudação especial à Helena e restante família Carvalho por mais esta participação.
Ruca

Baile de Finalistas no Cubal
1973
Por Johnston AlvesÀ dta, Julieta e Carlos,Dr.Quadrado e Srª D. Lídia, mulher do Prof Valdemar( Director da Escola D.João II...

17 junho 2011

NIKO, por Miguel Paulista.

Niko, cão que me acompanhou na adolescência, era neto do Rajá e da Bonita.
O Rajá, tinha a faculdade de convencer o meu pai (que se levantava às 4 horas da madrugada para ir trabalhar), a deixá-lo entrar para o meu quarto onde se deitava no tapete ao lado da minha cama. Por volta das 8 horas da manhã, raspava com a pata no meu braço até eu acordar. Cumprimentava-me, assim, com a pata, e lá ia à sua "vidinha" depois da minha festa matinal.
Era um cão tipo Lassie, em ponto mais pequeno, branco e muito elegante.
A Bonita, também branca e com muito pelo, padecia de ataques epilépticos, e tinha ódio de morte a bicicletas em movimento.
Corria atrás de quem passasse numa e, na altura em que ia morder, a raiva era tanta, que tinha um ataque. Quando recuperava, se a bicicleta ainda estivesse à vista, desatava em grande correria atrás dela. Na altura da dentada, outro ataque. Isto repetia-se até ficar sem forças, ou, se após a recuperação, a bicicleta tivesse desaparecido.
A Bonita morreu cedo, vitima de um desses ataques. Tinha eu cinco ou seis anos.

Da relação amorosa entre o Rajá e a bonita, nasceu a Salsicha, cadela meiga, de pelo curto e branco, esbelta, que me deixou boas recordações de companheirismo.
O meu pai trabalhava numa fazenda, e, por eu ter atingido a idade escolar, fui obrigado a ir viver para casa dos meus tios, na cidade (nessa altura ainda Vila), local onde podia frequentar a escola.
Contava a minha mãe, que a Salsicha passou a ser uma cadela triste, isolada. Quando passava por algum brinquedo meu ou roupa, ela cheirava inúmeras vezes e acabava por se deitar em cima ou ao lado da peça. Era gratificante o nosso reencontro nas férias escolares.
O que valia à Salsicha, na minha ausência, era o companheirismo do Turco. Cão de outra estirpe, baixinho, comprido, de orelhas caídas, branco e com manchas acastanhadas.
O Turco era um cão folgazão, muito namoradeiro e com imensas saídas nocturnas. De vez em quando chegava a casa de manhã, com o casaco todo rasgado, das brigas em que se metia. Mimávamo-lo e tratávamos-lhe das feridas. Ele agradecia com um olhar terno, tão meigo que dava vontade de o abraçar.
Começou a guerra em Angola, e foram distribuídas algumas armas aos trabalhadores da fazenda.
O Sr. Ermelindo, homem de Lisboa e mecânico credenciado, por ter andado na tropa, ficou encarregado de dar instrução aos outros empregados sobre o manuseamento das armas, de forma a poderem ser utilizadas em caso de necessidade. Logicamente, como homem sabedor, ficou ele, na posse da única metralhadora existente. Uma FBP (arma falsa, com segurança deficiente).
Numa instrução, estando os empregados, as armas e os cães, o instrutor resolveu fazer a demonstração da FBP.
Pegou na arma, deu as devidas explicações, e demonstrou como se metia o carregador que estava cheio de balas, porque era demonstração a sério. Com a pancada da introdução do carregador, a FBP resolveu despejar as balas todas.
O azarado foi o Turco, que ficou com a farda furada, e, desta vez, só por estar atento. Por sorte, as duas balas que o atravessaram não apanharam nenhum órgão vital. Tratámo-lo, demos-lhe muitos mimos, e ficou como novo pronto para as noitadas.
Morreu muito mais tarde, de doença.
O meu pai teve um problema grave de saúde, e fomos forçados a mudar-nos para o Cubal, onde eu já estudava.
A Salsicha acompanhou-nos e adaptou-se muito bem à cidade.
Andava sempre comigo e com o meu grupo de amigos.
Lembro-me do dia, em que fomos vadiar até ao rio Cubal, e, quando lá chegamos, ela em euforia, começou a correr e a saltar de pedra em pedra à beira do rio, e, não se apercebendo que havia água por baixo, pulou para cima dos limos e nenúfares. Claro, tivemos que a tirar rapidamente do banho, com receio de algum jacaré ou que a corrente da água a levasse.
A Salsicha teve uma ninhada, e, depois de uma noite de zaragata com outros cães que invadiram o quintal, adoeceu e não conseguiu sobreviver.

Da ninhada, embora alimentássemos todos com biberão, só resistiu um filhote.
Peludo, branco, com manchas acastanhadas... uma ternura.
Muito contra minha vontade, a minha mãe deu o cão ao Engenheiro Farinha, nosso vizinho, que era professor no Instituto, liceu onde estudava na altura.
Quando foi a escolha do nome do cão, eu estava presente.
O engenheiro Farinha fez uma enorme dissertação sobre um foguetão Russo que tinha levado uma cadela para o espaço.
Devia atribuir-se ao cão, um nome ligado à situação, em homenagem aquele grande passo da ciência.
Como se tratava de um macho, foi decidido que ficasse Sputnik, o nome do foguetão que levou a Laika para o espaço, em 1957. Nome que achei esquisito, e demasiado grande para um cão tão pequeno. Mas, como era em honra da ciência, estava justificada a decisão, pelo que fiquei conformado e até com uma pontinha de orgulho, devo confessar.
Em 2002 veio a saber-se que a Laika tinha morrido de sobreaquecimento, poucas horas depois do lançamento. Melhor dizendo, a Laika morreu assada.
Ainda hoje me questiono sobre este passo da ciência e da dissertação do Engenheiro Farinha.
Eu e o cão tínhamos uma ligação fortíssima. Sempre que podia, ia para casa do engenheiro Farinha para ficar ao pé do Sputnik e ele fugia para minha casa assim que pudesse.
Para grande satisfação minha, o engenheiro decidiu devolver-mo.
Com a devolução do cão, e, dado que "Sputnik" era um pouco complicado de pronunciar, decidi atribuir-lhe um diminutivo que se ajustou como uma luva... NIKO!
O Niko, foi então promovido a cão da "malta".
Ia comigo para o liceu, para os ensaios quando eu comecei a tocar bateria, e até, para os bailes quando eram ao ar livre (ele aparecia e deitava-se ao pé da bateria).
Era um cão libertino e de decisões próprias. Procurava-me pela cidade se não me visse em casa. Percorria todos os sítios por onde costumava andar comigo, até me encontrar.
Houve uma altura, em que eu e o Niko, andávamos muito no Mini Moke do Victor Rodrigues, que tocava comigo num conjunto (hoje banda).
Nas saídas pela cidade à minha procura, se eventualmente o Niko encontrasse o Mini Moke parado, desistia da procura. Saltava lá para dentro e deitava-se no banco, à espera.
Se eu estivesse com o Victor, e fossemos os dois para o Mini Moke, era um encontro empolgante, sensível, carregado de saltos, festas e alegria.
Se não estivesse, o Victor tirava-o e ele saltava outra vez para o jeep, e assim sucessivamente.
Se não fosse ter comigo, o Victor só tinha a opção de levá-lo a minha casa. O jeep parava, ele via onde estava, e saltava por decisão própria.
Era conhecido pela juventude, e não só, como cão Yé-Yé.
Um dia apareceu-lhe um papo ou abcesso no pescoço (que mais tarde, rebentou e passou). O abcesso ficou conhecido pelo "papo yé-yé".
Penso que foi o abcesso mais famoso da cidade.
O Niko morreu quando eu estava na tropa.
Dizia a minha mãe, que de saudade.

Esta, é uma pequena homenagem a uma família canina, que me acompanhou no meu crescimento e equilíbrio emocional.

Miguel Paulista

Publicado no Recanto das Letras
Código do texto: T2631343

16 junho 2011

UM GRANDE AMOR À CIDADE QUE ME VIU NASCER… CIDADE DO CUBAL

VIDA REAL Nº 5 - *Eduardo A. Flórido

ESPAÇO DEDICADO AO CUBAL E ÀS SUAS GENTES COM ESTÓRIAS (HISTÓRIAS) VERIDICAS PASSADAS, POR ALGUNS DOS SEUS FILHOS, DESCONHECIDAS DA MAIOR PARTE, DOS ALI NATOS E RESPECTIVOS HABITANTES.       
PASSADAS NO CUBAL E NÃO SÓ…

UM GRANDE AMOR À CIDADE QUE ME VIU NASCER… CIDADE DO CUBAL

Neste mapa difuso construído por redes invisíveis de @ e bytes, conseguiste situar-me com a tua prosa do passado,  impulsionando-me sempre para a frente,  numa busca constante do melhor, construindo  sonhos impossíveis, baseando-me sempre na tua imagem de beleza simplesmente inalteravelmente inesquecível. Sim, neste tempo que é cada vez mais sem tempo, iniciamos processos de forma inversa, construindo, desconstruindo continuamente talvez, sentimentos que não chegam a ser sentidos. Outros porém, de uma perpetualidade  inconcebivelmente irresistível, mas tentadoramente atingiveis…

Inventamos compensações nas buscas de graais inexistentes, navegamos por mares revoltos na tentativa do aparecimento, fugaz que seja, de uma química que não temos porque nunca a possuímos ou porque a perdemos nas malhas do cronos que não se compadece com as nossa necessidade de reciprocidade de um sentir semelhante à nossa dor, de forçosamente te termos abandonado com uma dor atroz, que continua por preencher na maravilhosidade, do que sempre me transmitistes…  A tua lembrança é irreal porque profunda, despretensiosa na sua pretensão e simultaneamente chocante porque me traduz, porque me sabe e me diz quem sou, conhecendo-me como me conheces e sabendo de antemão que possivelmente jamais te irei ver, a não ser em lembranças de um maravilhoso passado, onde há e haverá sempre 1001 estórias (histórias) a serem contadas. Sou antítese, seguramente, não da forma infantil e grosseira com que por vezes me dou a entender e me faço descrever, mas apenas porque o meu ser é habitado por inúmeros sentires contraditórios em que fervilham palavras para os traduzir. São palavras contidas por um dia-a-dia em que não se encontram outros seres que estejam à altura de compreender minimamente o que vai cá dentro, seres incapazes de uma real partilha, apenas porque são demasiadamente terrenos e ocos de sensações, como toda aquela que tu me presenteastes quando eu era ainda criança. Sou uma antítese porque habitam várias homens dentro de mim, sendo todos eles distintos e singulares. Dissimulo uns, escondendo-os nas risadas ou na racionalidade de outros, mostrando-me ora guerreiro activo, seguro e independente ora o homem ingénuo, tímido e frágil, doído pelo sofrimento de não ter a consciência formulada de um dia te poder voltar a ver, nessa inconfundível beleza selvagem de um aroma, sentidamente inigualável... Também te leio e me tornei bloguista, uma e outra e outra vez, parando  apenas porque as palavras começam a ficar desgastadas e eu quero preservá-las. Tentarei perscrutar para além de cada vírgula, de cada sinal, aprendendo-te, sempre, nessa ousadia que só tu tens o dom de me transmitires, de modo unicamente sublime...

Sim, quero proporcionar-me uma nova oportunidade não apenas de nos cruzarmos sem ser virtualmente, mas de termos a coragem de parar e cara a cara, olhos nos olhos, materializar a fugacidade de dizeres que podem e devem passar disso mesmo. E por isso, já comecei esta habilidosa construção, estando desde já a fundar os alicerces profundíssimos.
Estou aqui, mescla de mim mesmo, activando comandos de força e ousadia para trilhar este aceiro irregular que se pode transformar em auto estrada de um conhecimento, que jamais quero ver desfeito, nesta longa caminhada que é a Vida. Deixando-te, por agora, com um merecido beijo de uma saudade eterna, mas sempre felicíssimo, por aí ter acordado para o Dia-a-Dia. Aguardo um sinal, talvez teu, talvez de algum dos “meus inquilinos” para prosseguir, sempre pensando o quão maravilhoso seria sentir, o aroma da tua terra molhada, adoravelmente queimada, por um sol radioso e por tudo o que de mais belo existe, a harmonia e contrastes dessa pura beleza selvagem, que ainda tem e tinha o poder único de entrelaçar, as amizades humanas pertencessem eles de que credo, raça, ou filosofia de vida fossem…
Como sinto saudades de ti… Meu doce cantinho, de sonho inquebrantável e de regaço acolhedor, simplesmente inesquecível e maravilhosamente lembrado.

Com cordialidade…
Até quando Deus quiser
*Eduardo A. Flórido
Edasilf@live.com.pt

14 junho 2011

Eventos cubalenses em 1968

1.
Pede-se a ajuda na legendagem e identificação destes amigos.
Nesta, reconheço o Amílcar Vinhais e......
Os adultos vai ser fácil. Um deles, à parte o Amilcar que já era daí, ficou no Cubal.
Quero é ver é a criançada.(André Santos)
Meus Caros vamos aceitar o desafio do André Santos e saber quem é esta
criançada toda! (Ruca)
2. Aniversário Hélder
3. Aniversário Odília
4. Casamento Celestino
5. Casamento Quim
6. Festa no Recreativo do Cubal

****
Ruca, Boa noite. São estas algumas das fotos que eu tenho para partilhar com vocês.
Foram tiradas em 1968 e as criancinhas devem estar uma graça.
André Avelino dos Santos
***
O André Santos participa com estes belos testemunhos cubalenses, do ano de 1968.
Obrigado André por esta partilha.
Abraço e aparece sempre.
Ruca

10 junho 2011

Estórias cubalenses, por Alice Valadas

Amigo Cubalense. 
Tenho todo o prazer, de dar o meu testemunho, para a terra que me marcou, para sempre, Fui para o Cubal com 2 anos, pois nasci em Lisboa, mas o meu pai, foi chamado pelo irmão, António Valadas, para ir trabalhar para o Catumbela, onde tinha uma serração de madeiras,,, 
E, o tempo que lá estivemos, nunca esqueci. pois aquele sítio, era um "Paraíso"!!! A casa, ficava num alto, e tinha uma descida, cheia de flores silvestres, das mais variadas cores. Eu, meu irmão Fernando, e minhas prima e primos, fazíamos daquela descida, na nossa inocência de crianças, e na nossa alegria, como de um "escorrega", sem noção, do estrago que fazíamos às lindas flores... Lembro-me também, de ouvir à noite, Os rugidos dos leões , o "choro" das hienas, o que nos assustava, e claro... "chichi na cama", por não ir ao bacio, pois a casa de banho, era lá fora!!! Outra coisa espectacular, eram os macacos na outra margem do rio, que eram aos milhares, e ainda hoje me lembro, da chiadeira que faziam, e como atravessavam para atravessar, fazendo cipós, agarrando-se uns aos outros pela cintura, e balançando-se iam passando para a outra margem...O rio era enfestado de jacarés, que de vez em quando, apanhavam um cão, ou mesmo crianças, quando se iam lavar ao rio! São lembranças da minha infância, e que já partilhei, nos livros "África Minha". Do Cubal, mais tarde, e já na minha juventude, tenho lembranças inesquecíveis. Da Escola, da Professora, dos amigos enfim, Coisas que, fariam muitos livros para posteridade.... 
Para a próxima, falarei, das pessoas, que ainda hoje , contacto... é sempre bom escrever, pois, "Recordar, é Viver!! 

Um bem haja, para os Cubalenses, que ainda se conservam, neste Mundo...
Alice Valadas

Até eu participo no blogue do Cubal e tu?

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Envia os teus testemunhos para : cubal.ruca@gmail.com
Lionel Messi

Marchas do Cubal

1- Fernando e o seu par