"Momentos que o tempo não apaga, gravados na alma de quem os viveu. Revive a história do Cubal através de fotografias e memórias partilhadas. Junta-te a nós nesta viagem ao passado!" Remete para: cubal.ruca@gmail.com Nota: Respeito pelas memórias: Se alguém da foto, ou familiar, preferir a remoção, por favor, entre em contato. Preservar a história e o respeito pelas memórias é o meu compromisso. Ruca
14 março 2020
Cubalenses
(da esqª para a dtª. )
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Oi Ruca
O prometido é devido.
Aqui vão algumas fotos para postar... beijos Isilda
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A nossa amiga Francisca Isilda presenteia-nos com alguns testemunhos de Cubalenses.
Que alegria imensa. Quase todos eram meus vizinhos.
Obrigado Chica.
Um beijinho e descobre mais testemunhos destes, e envia-nos.
Ruca
Inauguração do Posto Policial do Cubal, em 10 Agosto 1963

Cubal, 10 de Agosto de 1963
Caro Ruca,
Junto lhe envio uma foto tirada no dia da inauguração do Posto Policial do Cubal, em 10AGOS63. Foi uma data marcada na história do Cubal. Esse Posto teve como efectivo 1ºSubchefe, 7 guardas e 2 auxiliares.
Eram bons tempos, convivíamos em perfeita harmonia com a população e desse efectivo saíu algum tempo depois três graduados.
Com um abraço do
EdVinhas.-
30 janeiro 2020
Querido Amílcar, até sempre!
Amílcar, até sempre!
30/01/2020
Imagem que ficará nas nossas memórias pela amizade sincera e longínqua!
(Amílcar A. Vinhais, à esquerda e Raúl Gonçalves, no Cubal nos anos 1960 )
Hoje, despedimo-nos de um grande amigo da minha família e que acaba de partir, deixando-nos destroçados, deixando destroçado o meu querido pai Raúl, que, há pouco, na sua cansada voz me referia, balbuciando, chorando: "Não consigo acreditar que meu querido Amílcar se foi. Meu coração está de luto e meu peito já transborda de tanta saudade"....
Prometemos rezar por ti querido e velho amigo, para que Deus te proteja onde estiveres.
Ninguém pode imaginar o que o Amílcar e a sua longínqua amizade significou para o meu pai. Sua falta será sentida todos os dias, enquanto existirmos. Tenho a certeza.
Adeus, nosso querido amigo Amílcar e perdoa-nos não termos estado presente tantas vezes como pretendias .
30/01/2020
Imagem que ficará nas nossas memórias pela amizade sincera e longínqua!
(Amílcar A. Vinhais, à esquerda e Raúl Gonçalves, no Cubal nos anos 1960 )
Hoje, despedimo-nos de um grande amigo da minha família e que acaba de partir, deixando-nos destroçados, deixando destroçado o meu querido pai Raúl, que, há pouco, na sua cansada voz me referia, balbuciando, chorando: "Não consigo acreditar que meu querido Amílcar se foi. Meu coração está de luto e meu peito já transborda de tanta saudade"....
Prometemos rezar por ti querido e velho amigo, para que Deus te proteja onde estiveres.
Ninguém pode imaginar o que o Amílcar e a sua longínqua amizade significou para o meu pai. Sua falta será sentida todos os dias, enquanto existirmos. Tenho a certeza.
Adeus, nosso querido amigo Amílcar e perdoa-nos não termos estado presente tantas vezes como pretendias .
Descansa em Paz!
Ruca , pelo Raúl e Júlia, meus pais
Eventos cubalenses em 1968

Pede-se a ajuda na legendagem e identificação destes amigos.
Nesta, reconheço o Amílcar Vinhais e......
Os adultos vai ser fácil. Um deles, à parte o Amilcar que já era daí, ficou no Cubal.
Quero é ver é a criançada.(André Santos)
Meus Caros vamos aceitar o desafio do André Santos e saber quem é esta
criançada toda! (Ruca)





****
Ruca, Boa noite. São estas algumas das fotos que eu tenho para partilhar com vocês.Foram tiradas em 1968 e as criancinhas devem estar uma graça.
André Avelino dos Santos
***
O André Santos participa com estes belos testemunhos cubalenses, do ano de 1968. Obrigado André por esta partilha.
Abraço e aparece sempre.
Ruca
No Clube Ferrovia do Cubal
No Clube Ferrovia do Cubal
Amilcar Vinhais, Edmundo do Ó Vinhas e.....
(quem ajuda na identificação?)
***
Caro Gonçalves:
Ao dar uma volta aqui pelo Picasa 3, fui localizar mais uma foto, tirada no Clube Ferrovia do Cubal. Os únicos que não são ferroviários, sou eu e o Amilcar Vinhais, os restantes eram funcionários do CFB e lamento não os identificar.
Os melhores cumprimentos,
do Edmundo do Ó Vinhas
12 julho 2018
É elevada à categoria de cidade, a vila do Cubal
![]() |
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/visita-de-rebocho-vaz-ao-distrito-de-benguela/ |
CLICAR AQUI PARA VER FILME DE ARQUIVO DA RTP
1.
Governador Geral de Angola
Camilo Augusto de Miranda Rebocho Vaz, visita o Cubal.
***************************
Suplemento do BOLETIM OFICIAL DE ANGOLA, de Terça- Feira, 23 de Janeiro de 1968
GOVERNO GERAL DE ANGOLAPortaria nº 15371Eleva à categoria de cidade, a Vila do Cubal, sede do Concelho do mesmo nome, do Distrito de Benguela.
Tendo em consideração o grande desenvolvimento atingido no concelho do Cubal, do Distrito de Benguela, revelado pela criação feita pelo Decreto nº 48 033, de 11 de Novembro de 1967, de um Julgado Municipal de 1ª classe;Com o parecer favorável do Conselho Económico e Social;No uso da competência atribuída pelo artigo 155º da Constituição, o Governador-Geral de Angola manda:Número único: É elevada à categoria de cidade, a vila do Cubal, sede do concelho do mesmo nome, do distrito de Benguela.Cumpra-se.Residência do Governador-Geral de Angola, em Luanda , 23 de Janeiro de 1968.
GOVERNO GERAL DE ANGOLAPortaria nº 15371Eleva à categoria de cidade, a Vila do Cubal, sede do Concelho do mesmo nome, do Distrito de Benguela.
Tendo em consideração o grande desenvolvimento atingido no concelho do Cubal, do Distrito de Benguela, revelado pela criação feita pelo Decreto nº 48 033, de 11 de Novembro de 1967, de um Julgado Municipal de 1ª classe;Com o parecer favorável do Conselho Económico e Social;No uso da competência atribuída pelo artigo 155º da Constituição, o Governador-Geral de Angola manda:Número único: É elevada à categoria de cidade, a vila do Cubal, sede do concelho do mesmo nome, do distrito de Benguela.Cumpra-se.Residência do Governador-Geral de Angola, em Luanda , 23 de Janeiro de 1968.
O Governador-Geral,
Camilo Augusto de Miranda Rebocho Vaz
Cerimónias no Cubal
Visita Oficial do Governador Geral de Angola,
Ten. Coronel Camilo Augusto Rebocho Vaz,
ao Cubal em Janeiro de 1968
Portaria nº 15371 Eleva à categoria de cidade, a Vila do Cubal, sede do Concelho do mesmo nome, do Distrito de Benguela.
GOVERNO GERAL DE ANGOLA
Portaria nº 15371 Eleva à categoria de cidade, a Vila do Cubal, sede do Concelho do mesmo nome, do Distrito de Benguela.
Portaria nº 15371 Eleva à categoria de cidade, a Vila do Cubal, sede do Concelho do mesmo nome, do Distrito de Benguela.
Tendo em consideração o grande desenvolvimento atingido no concelho do Cubal, do Distrito de Benguela, revelado pela criação feita pelo Decreto nº 48 033, de 11 de Novembro de 1967, de um Julgado Municipal de 1ª classe;
Com o parecer favorável do Conselho Económico e Social;
No uso da competência atribuída pelo artigo 155º da Constituição, o Governador-Geral de Angola manda:Número único: É elevada à categoria de cidade, a vila do Cubal, sede do concelho do mesmo nome, do distrito de Benguela.
Cumpra-se.
Residência do Governador-Geral de Angola, em Luanda , 23 de Janeiro de 1968.
O Governador-Geral,
Camilo Augusto de Miranda Rebocho Vaz
Com o parecer favorável do Conselho Económico e Social;
No uso da competência atribuída pelo artigo 155º da Constituição, o Governador-Geral de Angola manda:Número único: É elevada à categoria de cidade, a vila do Cubal, sede do concelho do mesmo nome, do distrito de Benguela.
Cumpra-se.
Residência do Governador-Geral de Angola, em Luanda , 23 de Janeiro de 1968.
O Governador-Geral,
Camilo Augusto de Miranda Rebocho Vaz
Suplemento do BOLETIM OFICIAL DE ANGOLA, de Terça- Feira, 23 de Janeiro de 1968.
CUBAL: ORIGEM E MITOS
Segundo o regedor Daniel Samuel, natural do Cubal e um estudioso da sua região, a origem da palavra Cubal está relacionada com uma senhora que vivia na Ganda e curava os populares com ervas e plantas. O seu dom fez com que fosse considerada pelos chefes da região, como quimbanda (feiticeira), pelo que foi expulsa da região indo então viver para a zona da Hanha.
Mas mesmo distante, os seus “doentes” continuaram a procurá-la e ela continuou a curá-los. Um belo dia, dois responsáveis da região onde agora vivia, encontraram-na e perguntaram-lhe como era possível ter tanta carne seca e ter uma horta tão bonita e farta. Ela respondeu que o seu marido era caçador e agricultor e ela, dedicava-se única e, exclusivamente, a curar pessoas e a praticar o bem. Os ditos responsáveis ficaram bastante impressionados e, a partir daquela data, chamaram aquela região Cuvalê, que era o nome da senhora. Com a chegada dos portugueses à região e talvez devido a alguma dificuldade em pronunciar a palavra “Cuvalê”, resolveram mudar o nome para Cubal. Porém, existem outras teorias que mostram que o nome Cubal provém da expressão Okuvala que na língua nativa Umbundu significa “principiar onde ninguém mais chegou”. Esta misteriosa simbologia é a que identifica uma das mais belas cidades da província de Benguela que dista a 150 quilómetros do litoral. O Cubal ascendeu à categoria de cidade a 23 de Janeiro de 1968. O seu nascimento está relacionado com os Caminhos-de-ferro de Benguela e com o nome de Joaquim Francisco Ferreira, mais conhecido por “Yiola-yiola” (alcunho popular), um comerciante de nacionalidade portuguesa que chegou às terras da Hanha em 1878. Instalou a sua primeira Fazenda com a designação de Vareal de São João de Lutuima.Por se envolver de corpo e alma nos julgamentos de diferendos humanos e sociais dos nativos, foi lhe atribuído o estatuto de Juiz. Joaquim Ferreira chegou mesmo a convencer o Soba Katoto a abolir a pena de morte que vigorava na região e que os nativos aceitavam como castigo em obediência às Leis Tradicionais. Por mérito próprio, o Cubal ascendeu à categoria de cidade pela Portaria 1537 e Decreto 48033 de 11 Novembro 1967, por despacho do então Governador-geral de Angola, Camilo Augusto de Miranda Rebocho Vaz. Os primeiros povos que habitaram aquela região foram da tribo Muhanha, depois chegaram os Munanos provenientes do Planalto Central (Huambo) e os Ovambuelo da Região da Huíla. Exímios dedicantes da pastorícia e da agricultura, o Cubal cresceu e desenvolveu-se graças à aliança entre os Caminhos-de-ferro e a Industria sisaleira que tinha as Fazendas Alto-Cubal, Kiskerof, Elisa, Banja-banja e Rio Bom como os seus expoentes de produção. Das recordações do antigamente, ficam o Comboio-mala do Planalto e o Camacove do Litoral que se cruzavam naquela cidade por volta das 22 ou 23 horas, fundido saudades do hiterland de Angola.
Mas mesmo distante, os seus “doentes” continuaram a procurá-la e ela continuou a curá-los. Um belo dia, dois responsáveis da região onde agora vivia, encontraram-na e perguntaram-lhe como era possível ter tanta carne seca e ter uma horta tão bonita e farta. Ela respondeu que o seu marido era caçador e agricultor e ela, dedicava-se única e, exclusivamente, a curar pessoas e a praticar o bem. Os ditos responsáveis ficaram bastante impressionados e, a partir daquela data, chamaram aquela região Cuvalê, que era o nome da senhora. Com a chegada dos portugueses à região e talvez devido a alguma dificuldade em pronunciar a palavra “Cuvalê”, resolveram mudar o nome para Cubal. Porém, existem outras teorias que mostram que o nome Cubal provém da expressão Okuvala que na língua nativa Umbundu significa “principiar onde ninguém mais chegou”. Esta misteriosa simbologia é a que identifica uma das mais belas cidades da província de Benguela que dista a 150 quilómetros do litoral. O Cubal ascendeu à categoria de cidade a 23 de Janeiro de 1968. O seu nascimento está relacionado com os Caminhos-de-ferro de Benguela e com o nome de Joaquim Francisco Ferreira, mais conhecido por “Yiola-yiola” (alcunho popular), um comerciante de nacionalidade portuguesa que chegou às terras da Hanha em 1878. Instalou a sua primeira Fazenda com a designação de Vareal de São João de Lutuima.Por se envolver de corpo e alma nos julgamentos de diferendos humanos e sociais dos nativos, foi lhe atribuído o estatuto de Juiz. Joaquim Ferreira chegou mesmo a convencer o Soba Katoto a abolir a pena de morte que vigorava na região e que os nativos aceitavam como castigo em obediência às Leis Tradicionais. Por mérito próprio, o Cubal ascendeu à categoria de cidade pela Portaria 1537 e Decreto 48033 de 11 Novembro 1967, por despacho do então Governador-geral de Angola, Camilo Augusto de Miranda Rebocho Vaz. Os primeiros povos que habitaram aquela região foram da tribo Muhanha, depois chegaram os Munanos provenientes do Planalto Central (Huambo) e os Ovambuelo da Região da Huíla. Exímios dedicantes da pastorícia e da agricultura, o Cubal cresceu e desenvolveu-se graças à aliança entre os Caminhos-de-ferro e a Industria sisaleira que tinha as Fazendas Alto-Cubal, Kiskerof, Elisa, Banja-banja e Rio Bom como os seus expoentes de produção. Das recordações do antigamente, ficam o Comboio-mala do Planalto e o Camacove do Litoral que se cruzavam naquela cidade por volta das 22 ou 23 horas, fundido saudades do hiterland de Angola.
Palestra em alusão ao 42º aniversário do Cubal
Administração promove palestra em alusão ao 42º aniversário do Cubal .
Cubal - Uma palestra sobre a fundação e desenvolvimento do município do Cubal, marcou quarta-feira, a abertura das festividades do quadragésimo segundo aniversário da região, a assinalar-se a 23 do mês em curso.
O administrador municipal em exercício do Cubal, Júlio da Silva Kwanza Santos, que orientou a palestra defendeu na ocasião, coesão e unidade dos munícipes em torno das acções dirigidas para o bem estar das populações e apelou a contribuírem de forma consciente no progresso e desenvolvimento da localidade.
Considerou que a participação do cidadão, aliada aos esforços do Governo, levará o município a estar bem servido e resolver o mais rápido possível as necessidades básicas das populações.
Salientou que os trabalhos de reabilitação e ampliação da barragem hidroeléctrica do Lomaum em curso, a construção de raiz de um posto de abastecimento de combustível e loja de proximidade em fase conclusiva demonstram o empenho do Governo na melhoria e aumento da oferta dos serviços sociais básicos as populações.
Segundo o responsável, a requalificação da cidade do Cubal aliada a remodelação de lancis e asfaltagem das vias são acções previstas para o ano em curso.
A palestra contou com a presença de membros do Governo, autoridades civis, eclesiásticas, tradicionais entre outros convidados.
Para dimensionar a data, varias actividades desportivas, culturais e recreativas estão a ser realizadas no município.
O município do Cubal, com uma superfície de 4.794 quilómetros quadrados, possui três comunas nomeadamente Capupa, Tumbulo e Yambala. Tem uma população estimada em 306 mil habitantes que se dedicam fundamentalmente da agricultura e pecuária.
Esta localidade foi fundada em 1912 e elevada a categoria de vila em 23 de Janeiro de 1968, até então pertencente ao concelho da Ganda, através da portaria numero 15.371 decreto numero 48.033 de 11 de Novembro de 1967, pelo despacho do então governador de Angola, Camilo Augusto de Miranda Rebocho Vaz, que até Novembro de 1974 o concelho do Cubal era formado pelos postos de Quendo, da Hanha, da sede e do Caimbambo.
O Cubal é habitado pelas tribos Vahanhas, Kissanjes, Mungandas e Bocoios que se fixaram na região por proporcionar a pratica da agricultura e caça.
Cubal - Uma palestra sobre a fundação e desenvolvimento do município do Cubal, marcou quarta-feira, a abertura das festividades do quadragésimo segundo aniversário da região, a assinalar-se a 23 do mês em curso.
O administrador municipal em exercício do Cubal, Júlio da Silva Kwanza Santos, que orientou a palestra defendeu na ocasião, coesão e unidade dos munícipes em torno das acções dirigidas para o bem estar das populações e apelou a contribuírem de forma consciente no progresso e desenvolvimento da localidade.
Considerou que a participação do cidadão, aliada aos esforços do Governo, levará o município a estar bem servido e resolver o mais rápido possível as necessidades básicas das populações.
Salientou que os trabalhos de reabilitação e ampliação da barragem hidroeléctrica do Lomaum em curso, a construção de raiz de um posto de abastecimento de combustível e loja de proximidade em fase conclusiva demonstram o empenho do Governo na melhoria e aumento da oferta dos serviços sociais básicos as populações.
Segundo o responsável, a requalificação da cidade do Cubal aliada a remodelação de lancis e asfaltagem das vias são acções previstas para o ano em curso.
A palestra contou com a presença de membros do Governo, autoridades civis, eclesiásticas, tradicionais entre outros convidados.
Para dimensionar a data, varias actividades desportivas, culturais e recreativas estão a ser realizadas no município.
O município do Cubal, com uma superfície de 4.794 quilómetros quadrados, possui três comunas nomeadamente Capupa, Tumbulo e Yambala. Tem uma população estimada em 306 mil habitantes que se dedicam fundamentalmente da agricultura e pecuária.
Esta localidade foi fundada em 1912 e elevada a categoria de vila em 23 de Janeiro de 1968, até então pertencente ao concelho da Ganda, através da portaria numero 15.371 decreto numero 48.033 de 11 de Novembro de 1967, pelo despacho do então governador de Angola, Camilo Augusto de Miranda Rebocho Vaz, que até Novembro de 1974 o concelho do Cubal era formado pelos postos de Quendo, da Hanha, da sede e do Caimbambo.
O Cubal é habitado pelas tribos Vahanhas, Kissanjes, Mungandas e Bocoios que se fixaram na região por proporcionar a pratica da agricultura e caça.
in Angop
21-01-2010 11:01
10 julho 2018
1968-01-30 - Visita de Rebocho Vaz ao distrito de Benguela (Cubal)
Inauguração do Posto Administrativo de Caimbambo: Rebocho Vaz caminha na rua, cumprimenta populares e autoridades locais, corta fita inaugural; pessoas no exterior do posto. Cubal: Rebocho Vaz caminha na rua e passa revista à guarda de honra; inauguração da Câmara Municipal e cerimónias de elevação da vila a cidade; multidão no exterior, Rebocho Vaz entrega as chaves da cidade e cumprimenta presentes; inauguração do hospital: edifício, pessoas no exterior, Rebocho Vaz dirige-se para o edifício, bênção, corte da fita inaugural, individualidade local discursa, populares aplaudem, visita às instalações. Vila Mariano Machado: Rebocho Vaz caminha na rua, visita piscina e unidades fabris.
07 junho 2018
31º Convívio dos Cubalenses - 2018 - 01. JULHO .2018 Restaurante Quinta das Muralhas na Pampilhosa – Mealhada Portugal
![]() |
31o Convívio dos Cubalenses - 2018
01. JULHO .2018 - Primeiro Convívio dos Cubalenses: 03 de Julho de 1988
Amílcar Vinhais : 223 744 959 / 960 429 396
António Maia : 231 949 717 / 964 960 834
José Carlos Ferreira : 914 106 225 - Email: nelaferreira48@hotmail.com
Caros Cubalenses e amigos do Cubal,
Informamos que dia 1 de Julho (1o domingo de Julho de 2018) se realiza o 31o Convívio dos “Cubalenses e
Amigos do Cubal”, à semelhança de 2017 o Convívio será no Restaurante Quinta das Muralhas na
Pampilhosa – Mealhada.
Restaurante no Facebook (clicar)
Localização do evento: quem vem da Autoestrada A1 de Lisboa ou do Porto, sai na portagem da Mealhada
ao chegar à rotunda grande, vira à direita (direção Coimbra) depois da Bomba de Combustível - Repsol
encontra a placa que diz Pampilhosa, haverá setas itinerantes desde a entrada Pampilhosa, ao Restaurante
Quinta das Muralhas, Rua São Joaquim, no 45-54. 3050-452 Pampilhosa do Botão.
Telefone 231 940 954 – 919 408 600 www.arte-eventos.com
GPS: Lat. 40 20 ́ 133133 - Long. 8 24 ́ 744873 Tem parque de estacionamento para viaturas.
A receção será efetuada no hall de entrada do restaurante, com 2 mesas de apoio:
Mesa de apoio 1
Validação de transf. e recebimentos. Controlada a inscrição serão entregues a cada participante ou ao
grupo talões numerados. Estes deverão ser conservados para se organizarem nas mesas no salão para
almoçarem.
Mesa de apoio 2
Servirá de logística à mesas 1. No salão existirão mesas de 6, 8, 10 e 12 lugares.
Estes serão aleatórios, podendo no entanto, caso desejem, organizar grupos sendo conveniente que façam
as reservas até à véspera.
Ás 12:30 horas, a mesa de bebidas e petiscos (self-service) será exposta no jardim que dá acesso ao restaurante.
Bebidas: Martini, Cerveja, Gin, Água Tónica, Vinho do Porto, Moscatel de Favaios, Água Lisa, Sumo de
Laranja.
Petiscos: Bolinhos de bacalhau, Rissóis de peixe, Croquetes, Caprichos do mar, Rissóis de camarão,
Salada de Atum c/ Feijão-Frade, Tentáculos ensalsados, Salada de grão de bico c/ bacalhau, pão.
Às 13 horas: será servido o almoço (Menu servido)
Ementa: Sopa de legumes.
Prato de Peixe - Bacalhau à Quinta c/ cebolada, batata frita dólar e tomate
Prato de carne - Leitão à Bairrada c/ guarnição.
Dieta - peixe cozido c/ todos ou bife grelhado - pedido antecipado a quando da inscrição
Bebidas: vinho tinto, branco e rosé, refrigerantes, cerveja, água. Espumante bruto servido com o leitão
Sobremesas: Salada de frutas, pudim e bolo comemorativo.
Café e digestivos.
Custo: 26,00 € - Crianças até aos 3 anos não pagam, dos 4 aos 10 anos pagam - 13,00 €.
Animação do nosso Convívio: Conjunto musical JX de Coimbra. Terá a complementar a colaboração dos
nossos amigos Botto e Pais do Amaral, que se disponibilizaram para atuar durante o evento - o nosso
agradecimento.
Reservas: Através do Email: maryvinhais@gmail.com - luis.vinhais@gmail.com
Telemóveis: Amílcar Vinhais - 960 429 396 - António Maia – 964 960 834.
Importante: agradecemos que os interessados no almoço convívio façam a inscrição e o seu pagamento
por transferência bancária, impreterivelmente até 25. Junho, para informar o restaurante quanto ao no de
presenças.
IBAN: PT50 – 0045 1372 4015 6205 3518 0, destinatário da Conta – M. Vinhais/Amílcar Vinhais.
Caso a transferência não seja no nome da pessoa inscrita agradecemos que sejamos informados, para
qualquer dúvida estaremos à vossa disposição.
Um abraço de amizade
A Organização
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18 novembro 2017
11 novembro 2017
Efeméride 11.11.2007 - 11.11.2017 - 10 anos de blogue e reencontros. 10 anos de blogue do Cubal virtual
Não poderia deixar passar, sem recordar , esta significativa data . Foi no dia 11.11.2007 que comecei a criação deste espaço que visou apenas e tão só a união ou reencontro de tantos nós cubalenses e amigos do Cubal e que se encontravam dispersos e sem contactos.
Muita coisa se passou, entretanto, no que diz respeito ao ciberespaço. Com o advento das redes sociais Hi5 (acho que já extinto) e mais tarde o Facebook tive consciência que o paradigma tinha mudado e que, com a facilidade na criação de página individual no Facebook, cada um iria partilhar os seus testemunhos e documentos na "sua página". Perdeu-se a possibilidade em termos o espólio documental, concentrado, numa única pagina, num único local, passando a estar dispersos por todas as páginas pessoais, a meu ver, com maior dificuldade na consulta, se bem que os comentários, pelas características da plataforma FB, são mais facilitados.
Apesar de tudo, sinto o dever cumprido na missão de reunir a tribo cubalense.
Quero enviar-vos um abraço, sendo um forte e especial abraço a todas e a todos os que pro ativamente e sem individualismo, contribuíram e contribuem para que o nosso blogue continue a ser uma referencia ao facultarem e partilharem, neste espaço, os seus documentos familiares sobre a nossa Terra Amada .
Tem sido um imenso prazer continuar a servir esta comunidade, como exemplo a mensagem recebida há 4 dias que transcrevo, apelando à ajuda naquilo que nos está a ser pedido:
Caro Ruca,
Chama-me Rosa da Conceição e nasci no Cubal, na Fazenda Elisa no ano de 1959. Saí do Cubal aos 5 anos para Benguela onde vivo até agora. Não tive a oportunidade de conhecer o meu pai, sei que é português, trabalhou na fazenda Elisa e chama-se ou chamava-se Amaral. Sei também que tenho dois irmãos mais velhos que eu com os nomes de "Fernando e Manuel" também portugueses e viveram no Cubal. Gostava de ter mais informações sobre eles, apesar de se passar muitos anos.
Por curiosidade encontrei uma página na internet criada por si e com o seu endereço, por isso tomei a liberdade de lhe escrever.
Se me puder ajudar a saber de alguma in formação ficarei muito grata.
Os meus cumprimentos
Rosa
(...)
Abraços
Ruca
11.11.2017
29 julho 2017
19 julho 2017
Eventos cubalenses, por Ana Cristina Paulista
12 julho 2017
10 julho 2017
José Soares d' Abreu Avelar - sobrinho do Abreu do Hotel - por José Fidalgo
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