

"Momentos que o tempo não apaga, gravados na alma de quem os viveu. Revive a história do Cubal através de fotografias e memórias partilhadas. Junta-te a nós nesta viagem ao passado!" Remete para: cubal.ruca@gmail.com Nota: Respeito pelas memórias: Se alguém da foto, ou familiar, preferir a remoção, por favor, entre em contato. Preservar a história e o respeito pelas memórias é o meu compromisso. Ruca
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Júlia Flórido Gonçalves, Olga Martins Viana e Raúl Gonçalves
Hoje tive uma tarde diferente.
Juntamente com os meus pais Júlia e Raúl, tivemos o privilégio de nos encontrar com a Olga Martins Viana.
A Olga disponibilizou-me um fantástico património de testemunhos cubalenses do seu/nosso saudoso José Martins Viana (da Gardénia).
Irei, no futuro breve, compilar toda a informação, digitalizando a mesma, para aqui partilhar com a nossa comunidade amiga cubalense.
Poderei adiantar, que teremos brevemente aqui no nosso blogue, testemunhos do Cubal, dos anos 50-60, tais como: fotos, convites de casamento, cartões de Boas Festas, cartões de apresentação de particulares e empresas, convites para as Festas do Ferrovia e do Recreativo do Cubal, etc. etc.
A Olga contribui, deste modo, para o enriquecimento do nosso blogue, tornando-o cada vez mais numa referência na Internet sendo visível e consultado em todo o mundo. Quero desde já aqui agradecer o carinho da Olga, ao disponibilizar estes fantásticos testemunhos e ainda a confiança que em mim depositou ao dar-me a guarda dos documentos até os conseguir digitalizar.
Este é um belo exemplo que gostaria de ver seguido por mais cubalenses.
Obrigado Olga!
Um abraço
Ruca
Podes clicar em cima da foto.
Irá abrir uma janela onde poderás ver todas as fotos e comentar as mesmas.
PARTICIPA!
Obrigado à MIMI FRAGA pelo envio destas imagens.
Podes clicar em cima da foto.
Irá abrir uma janela onde poderás ver todas as fotos e comentar as mesmas.
PARTICIPA!
Obrigado à HELENA CARVALHO pelo envio destas imagens.
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Minha mae Maria Filomena Teixeira gostaria de saber se o Sr. Ruca consegue obter informações sobre seu pai, chama-se Ernesto conhecido como ''Merengue'' trabalhou na Casa Chico Borges no Caimbambo 1963 e na Casa Vivem no Cubal no armazem dos caminhos de ferro em 1964.
Se tiver qualquer informação por favor contacte-me neste mail.
Obrigado
Jaime Azulay
Necas (Parte III)
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Ruca obrigado pelas palavras!... O raio da memória é uma sacana traidora. Arrasta-me sempre pelo coração e pela alma para a malta naquele Cubal. Mas, o que me chateia é este malvado nó na garganta que me chega às entranhas e me põe sempre com estas "gajas" destas lágrimas a escorrerem-me pela cara abaixo! Que chatice! Já cá estou e e isto não mudou! Nem passa!!
N'um poema já digo "foi o feitiço foi... e acabaram-se os sorrisos dos meninos e meninas" ! Pois foi feitiço foi que nos enfeitiça! O nosso Cubal está mudo e o que mais me dana é que secou-se dos aromas, permanece estático como estátua de pedra que se deixa levar pela erosão do Tempo!...
Chego a pensar que estou surdo, pq já não oiço uma única cigarra que seja! A miopia que me acompanha desde sei lá qd, não me deixa enxergar as frondosas acácias fartas de flores e cheirinhos a mel! Ai não, não foi o feitiço!?... Foi sim senhor, foi ele sim,que me empanturrou desta mágoa, deste embargo que não se solta!
- Sabem uma coisa?
É feitiço é!
Necas Abreu
Quero deixar ao meu amigo Serra um abraço grd que se deu a aventuras de partir numa traineira saído da ilha de Luanda para chegar a Portugal desconsolado e saudoso!
Bom amigo ele. E esta do perintrep nao esta mal esgalhada não senhor! Um abraço a todos qts nos acompanharam naquele 2º Andar por uns anitos!
Abraço do Abreu
Bom dia
Dirigo-me a si na esperança de me ajudar a encontrar uma grande amiga minha, de quem não tenho notícias há muito tempo, e como ela era do Cubal pode ser que saibam dar-me alguma informação.
Chama-se Maria Celeste Nunes de Almeida.
Eu também sou Angolana, do Luso e costumo participar dos encontros anuais em Junho.
Grata pela atenção
Melhores Cumprimentos
Ester Rodrigues
Olá Ruca
Não sei se te lembras de mim. Saí do Cubal em 1966.
Sou o Fernando Maia, andei no colégio de Cima e no Colégio de Baixo, Eça de Queiroz.
Fui colega do Borges, do João Proença, do Victor Vieira. Vivi em casa do Zé Paulista, nas traseiras da oficina do teu Pai..
Gostava de saber em que dia é o encontro no Luso.
Se puderes diz alguma coisa
Um grande abraço
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Caro Fernando Maia,
Obrigado pela tua presença no nosso espaço.
Na data que referes, ainda era quase um bebé. Como tal não me recordo. Aqui fica a nota, na expectativa que algum amigo teu aqui venha e te responda.
Quanto ao Encontro no Luso, aguardo pelo prospecto que a Organização do Evento tem por hábito enviar para aqui ser publicado. Contudo, um dos organizadores (Varandas Monteiro) remeteu-me um email há dias, a dar a indicação de Domingo, 4 de Julho de 2010 no Parque do Luso. Mas como referi, aguardo ainda pela informação habitual.Grande abraço. Ruca
Caro Ruca:
Agradeço que coloques no nosso Blog mais este encontro entre velhos amigos.
Para qualquer ser humano seria uma coincidência.
Para mim que sou crente...recebi um miminho dos Céus ou não fosse 13 de Maio.
No Palácio do Gelo em Viseu, no espaço comercial Rádio Popular, quando já estava na caixa para fazer o pagamento,tocou o alarme e como é
óbvio olhei... alguém distraído fazia menção de sair pela porta errada.Sorri e balbuciei para a minha esposa:eu conheço aquele gajo.
Quando ele chegou à caixa onde estávamos olhou para nós normalmente e eu disse em voz alta:Lemos,Zé Lemos!
Ele olhava para mim incrédulo abanando a cabeça, igualmente a filha ao lado seguia o mesmo gesto.
Expliquei-lhe quem eu era..abraçamo-nos e falamos durante algum tempo.Senti uma felicidade imensa...encontrei mais um dos meus amigos de infância.
O Zé Lemos com quem joguei futebol no Cubal, e acima de tudo aquelas aventuras no rio e no morro do Lino,lembram-se?
Despedimo-nos profundamente emocionados.É bom criar laços de nó cego e guardá-los para sempre.
Amigo Zé Lemos eu estou totalmente de acordo contigo quando dizes que a malta daquele tempo são os últimos selvagens e nós sabemos porquê.
Um abraço para todos os cubalenses
Fernando Carona