Convite à Comunidade Esta foto é um quebra-cabeças que só os cubalenses podem completar. Se:
- Reconheces alguém na imagem,
- Tens informações sobre os apelidos em falta,
- Ou guardas fotos semelhantes,
Contacta o blogue (
Obrigado
Ruca
"Momentos que o tempo não apaga, gravados na alma de quem os viveu" Revive a história do Cubal através de fotografias e memórias partilhadas. Junta-te a nós nesta viagem ao passado! Chamada para ação: 📩 Envia as tuas recordações para: cubal.ruca@gmail.com Nota de Respeito: Preservar a história e a dignidade das memórias é o meu compromisso. Caso algum visado ou familiar prefira a remoção de uma imagem, por favor entre em contacto e o pedido será atendido de imediato. — Ruca
Convite à Comunidade Esta foto é um quebra-cabeças que só os cubalenses podem completar. Se:
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Alguém consegue ajudar o José Augusto, familiar de Carolino Lopes. Apelo no ( clicar aqui no) Livro de visitas do Cubal . Por favor responder no mesmo local. Obrigado. Ruca
Entre as memórias que resistem ao tempo, destacam-se as imagens de três jovens – Cabolas, Chico e Santana – posando com a moto, símbolos de liberdade e modernidade no Cubal dos anos 1960. Estas fotografias não só capturam a cumplicidade entre amigos, mas também um pedaço da história tecnológica e social da época.
Ajudem a desvendar os detalhes.
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| Cabolas, Chico e Santana com a (provável) Honda C 114 Anos 60 |
O posto, era/foi gerido por figuras como o enfermeiros Mário Jorge, Gouveia e Diamantino Coelho .
Contexto: Um retrato da saúde pública de então, onde enfermeiros eram heróis locais e as crianças sobreviviam às aventuras com resiliência (e algumas cicatrizes para contar)."
NB: A foto do posto de saúde, embora não identificada, é uma relíquia para o blogue – quem se lembra dos enfermeiros e outros ou das injeções ?
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| António Valadas - em frente ao Clube B. Recreativo do Cubal |
Estas fotos capturam a alegria simples da vida no Cubal, onde as motas eram mais que transporte; eram parte da identidade da família.
Do que consegui apurar da narrativa da Nanda:
"O meu pai era um entusiasta de motas – comprava-as novas, todas elas, através do senhor Piedade que as encomendava por catálogo. Numa das fotos, vemos duas motas: uma pertencia ao pai Valadas , a outra ao meu tio Zé. Em cima delas, estão as minhas tias Maria José (à esquerda, que hoje vive perto de Cascais e celebra incríveis 104 anos!) e Mariana, esposa do tio Zé. No meio, o meu primo Fernando Valadas, membro ativo do nosso blogue.
Noutra imagem, o meu pai posa com a moto e o macaco Simão, o "malandro", enquanto o meu irmão Chico, com cerca de 7 anos, observa de bicicleta. Recordo o quintal da nossa casa, onde bambus gigantes cresciam – talvez os mesmos que o Colégio Eça de Queirós viu, quem sabe?"
(https://cubal-angola.blogspot.com)
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| Maria José (à esquerda, que hoje vive perto de Cascais e celebra incríveis 104 anos! Mariana, esposa do tio Zé. Meu primo Fernando Valadas |
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| António Valadas, Chico Valadas e o macaco Simão :-) |
As datas aproximadas (1949-1951) e os nomes mencionados (Fernando Valadas, tias Maria José e Mariana, Chico e António Valadas) são peças deste puzzle familiar.
Curiosidade: As BSA eram tão resistentes que muitas serviram nas forças aliadas durante a Segunda Guerra Mundial, o que explica a sua presença em territórios como Angola. Esta em particular devia ser fonte de admiração no Cubal, simbolizando modernidade e aventura.
E agora, caros leitores /cubalenses
Alguém se lembra desta moto a cruzar as ruas do Cubal?
Ou tem histórias para partilhar sobre estas máquinas lendárias?
"Nas estradas poeirentas do Cubal dos anos 50, o ronco desta BSA anunciava histórias a chegar... e quantas mais estarão por contar?"
Transcrição: ©Cubal Angola Terra Amada – cubal-angola.blogspot.com
Esta fotografia, guardada com carinho pela família Valadas, regista o ano de 1952, quando a casa recebeu os seus moradores. A imagem, mais do que uma simples estrutura, testemunha o início de uma história repleta de memórias. Nas suas linhas arquitetónicas e nos detalhes da fachada, podemos quase sentir os primeiros dias de vida neste lar.
"Uma casa não se faz apenas de paredes, mas das histórias que nelas começam."
Transcrição: ©Cubal Angola Terra Amada – cubalangola.blogspot.com
Esta imagem dos anos 50, guardada e partilhada pela Nanda Valadas, eterniza um dia entre António Valadas e Castro Martins na Fazenda Caviva. Na simplicidade dos gestos e nos olhares tranquilos, reconhecemos o valor das amizades que teceram a história do Cubal.
‘Nas fotografias antigas, o que permanece não são apenas rostos, mas o eco das histórias que viveram.’"
Transcrição: ©Cubal Angola Terra Amada – cubalangola.blogspot.com
A imagem partilhada pela Nanda transporta-nos para a Jamba das décadas de 1940-50. Natália surge serena, envolta pela vegetação e pelas tradicionais construções de palha da região. Este registo visual é mais do que um instante congelado—é um fragmento das memórias de quem viveu essa época, evocando histórias e sentimentos que permanecem vivos no tempo.
O ambiente que transparece nesta fotografia sugere um encontro social, talvez uma celebração ou um evento significativo para a comunidade. A proximidade entre os retratados e a serenidade dos seus olhares revelam a importância da convivência e do espírito de união que caracterizava aqueles tempos. As roupas, os gestos e o cenário oferecem-nos um vislumbre da vida no Cubal durante esta era, mostrando a elegância e o respeito que pautavam as interações.
Se reconheces alguém ou tem histórias sobre este momento, partilha-as no blogue Cubal Angola Terra Amada! Cada memória preservada ajuda a enriquecer o nosso legado e a celebrar aqueles que fizeram parte da história da nossa terra. 📸✨
Ruca
A imagem captura com singular autenticidade um momento de transformação: as paredes ainda por concluir, os materiais de obra dispostos no terreno, testemunhando o laborioso processo de edificação que caracterizava a época. Esta casa, como tantas outras, escreveu capítulos importantes na vida da comunidade cubalense.
Detalhes que saltam à vista:
-A técnica construtiva típica dos anos 40
-A relação harmoniosa entre a edificação e o espaço envolvente
-O Parque como testemunha silenciosa desta memória
Agradecemos à Nanda Valadas por partilhar este importante documento, que nos permite reconstituir pedaços da nossa história coletiva. Cada imagem como esta é um legado para as gerações futuras, preservando não apenas edifícios, mas sobretudo as vivências que lhes deram alma.
"As paredes contam histórias, mas são as pessoas que lhes dão significado."
Ruca
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| Hamilton Sousa Ferreira disse São kudu ( olongus ou Ungiris). |
Esta fotografia, gentilmente partilhada pela Nanda Valadas, transporta-nos diretamente para as décadas de 1940/1950, capturando um momento emblemático da vida na Fazenda Coporolo, Cubal. Nele, Sr Vogell (gerente da Fazenda Coporolo) — figura central desta narrativa — surge em perfeita sintonia com duas graciosas gazelas, testemunhando a relação harmoniosa entre o homem e a natureza que marcava o quotidiano rural da época.
A imagem, mais do que um simples registo, é um documento histórico. Revela pormenores fascinantes: a paisagem aberta da fazenda, as vestes características do período e, sobretudo, a serenidade deste encontro entre humano e animal. Num tempo em que o ritmo de vida seguia os ciclos da terra, cenas como esta eram parte integrante da identidade de Cubal.
Agradecemos à Nanda Valadas não só por preservar esta joia , mas por permitir que ela ilumine um capítulo da história coletiva. Que imagens como esta nos inspirem a valorizar as raízes que nos unem a este território e às suas memórias.
"O passado não é um lugar morto, mas um farol que guia o nosso olhar."
Nb. Obrigado ao Chico Valadas por ter ajudado a esclarecer a identificação (do local e da pessoa na imagem)
Ruca
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| Imagem dos anos 40 - Hotel Central (Rodrigues) |
"Onde as histórias se cruzavam e as memórias se criavam..."
Esta rara fotografia transporta-nos para os anos 40 no Cubal, quando o Hotel Central (Rodrigues) era um dos pontos mais vibrantes da vida social local. Mais do que um simples estabelecimento, este hotel foi testemunha de encontros, negócios, festas e momentos que marcaram gerações de cubalenses.
Na imagem, podemos admirar a arquitetura característica da época e quase ouvir o burburinho das conversas que ecoavam pelo seu interior. Quem terá passado por estas portas? Que histórias de amor, amizade e negócios terão sido vividas entre estas paredes?
Viajantes encontravam repouso
Famílias celebravam momentos especiais
A comunidade se reunia para trocar notícias e vivências
"Os edifícios do passado guardam nos seus tijolos as vozes de quem os habitou."
Se tens memórias, histórias ou informações sobre o Hotel Central (Rodrigues) ou sobre esta fotografia em particular, partilha-as connosco no blogue Cubal Angola Terra Amada. Ajuda-nos a reconstruir esta página tão importante da nossa história coletiva.
🔗 https://cubal-angola.blogspot.com
A imagem de 26 de setembro de 1964 transporta-nos para um momento inesquecível no Ferrovia, onde a comunidade se reuniu para celebrar. Entre os rostos que se distinguem, encontramos Canais, Farinhas, Lídia (?), Anita Valadas, Nanda Valadas, Mota Veiga, Vítor Rodrigues e Dolly Farinhas, figuras que marcaram a época e cujas histórias continuam vivas na memória dos que partilharam aqueles dias.
O ambiente transparece alegria e união, típico das festividades que reforçavam os laços entre amigos e familiares. O Ferrovia, tão emblemático para a juventude cubalense, serviu de cenário para encontros inesquecíveis, onde se dançava, conversava e criavam-se memórias que perdurariam.
Se reconheces alguém na fotografia ou tens recordações desta festa, partilha-as no blogue Cubal Angola Terra Amada! Juntos, podemos preservar e enriquecer a nossa história, dando vida a cada imagem e honrando os momentos especiais que nos unem. 📸✨
Ruca
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| Clicar na imagem para ampliar Quem são? |
No blogue "Cubal Angola Terra Amada", este testemunho visual é um convite à memória coletiva. Quem eram estes jovens? O que sentiram naquele dia? Se reconheces alguém na fotografia ou tens alguma recordação deste momento, partilha! A tua contribuição será fundamental para reconstruirmos juntos a história que nos une.
Cada nome, cada detalhe, cada lembrança ajuda a dar vida a esta imagem e a preservar a identidade e o legado da nossa terra. Deixa o teu comentário no blogue e ajude-nos a enriquecer este acervo histórico. 📸✨
Ruca
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| Cidália (irmã do Sr. Mário Paulo) ao lado dos irmãos Alcides e Socorro |
Esta fotografia, transporta-nos diretamente para os anos 50 no Cubal, capturando um momento de genuína conexão familiar. Nele, encontramos Cidália (irmã do Sr. Mário Paulo) ao lado dos irmãos Alcides e Socorro, três rostos que contam histórias de uma época marcada pela simplicidade e pelos laços inquebráveis.
A imagem, mais do que um registo do passado, é um testemunho da vida comunitária que caracterizava o Cubal de então. Cada detalhe — das expressões serenas às roupas da época — convida-nos a imaginar o dia a dia desta família, tão rico em pequenos gestos e cumplicidades.
Agradecemos à Nanda por partilhar estas memórias connosco, permitindo que novas gerações descubram e valorizem as raízes que os unem. Afinal, como diz o ditado: "Recordar é viver"
Ruca
ruca
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| Natália Freire, Chico Freire e Laura Freire |
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| Imagem 1: Toninho Valadas, Alcides e Socorro |
Estas imagens preciosas, gentilmente partilhadas por Nanda Valadas, transportam-nos para os anos dourados de 1950/51, onde a felicidade se media em sorrisos largos e brincadeiras sem fim. Na primeira fotografia, três crianças da Fazenda Caviva roubam a cena: Toninho Valadas, Alcides e a pequena Socorro (que mais tarde se tornaria mãe do meu amigo de infância Ivo Sérgio).
Que cena pura e encantadora! Com os pés descalços na terra quente, as roupas simples e os rostos iluminados pela alegria genuína de quem descobria o mundo. Naquele tempo, qualquer canto era um parque de diversões - um galho virava cavalo, uma pedra transformava-se em tesouro, e as horas voavam entre gargalhadas que ecoavam pelos campos do Cubal.
A segunda imagem revela todo um grupo de jovens cheios de vida: Lisete, Olga, Chico, Toninho, Socorro, Paula e Alcides, com Nanda e Anita em destaque à frente. Cada rosto conta uma história, cada sorriso esconde uma travessura, cada olhar guarda a promessa de um futuro que então parecia infinito.
Estas fotografias são mais do que registros do passado - são testemunhos de uma época em que:
A felicidade cabia num quintal
As amizades nasciam para durar
A imaginação era o melhor brinquedo
E o Cubal era o palco das nossas maiores aventuras
"As crianças de ontem guardam no olhar o segredo da alegria que hoje tanto procuramos."
Se reconheces estes rostos ou partilhas destas memórias, visita-nos no Cubal Angola Terra Amada e ajuda-nos a manter viva a chama destas histórias.
Créditos: Imagens gentilmente partilhadas por Nanda Valadas, a quem agradecemos por preservar estes tesouros da nossa memória coletiva. Se tens informações adicionais sobre as pessoas retratadas, não hesites em contactar-nos!
Ruca
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| Imagem 2: Lisete, Olga, Chico, Toninho, Socorro, Paula e Alcides, com Nanda e Anita em destaque à frente |