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17 maio 2008

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Ivo Sérgio e Augusto Pessoa

Ontem, Sexta-Feira, foi um dia diferente .

Tive uma visita surpresa de um amigo de infância. Um amigo com quem partilhei as minhas brincadeiras desde os 3-4 anos de idade: O Ivo Sérgio.

Veio acompanhado pelo seu pai Augusto Pessoa. Deram-me esse privilégio, ao visitarem-me junto ao meu local de trabalho... Foi uma visita de amigos que já não se viam há mais de 30 anos... Apesar de curta, foi cheia de emoções!
Tive oportunidade em aferir mais em pormenor, o trabalho que o Augusto Pessoa, está a desenvolver numa área ligada às artes. Já tinha feito referência no nosso blog em : http://cubalenses.blogspot.com/2008/04/notcias-dos-cubalenses-e-amigos-do_13.html

Agora e no seguimento do convite formulado, o Augusto partilha e divulga parte da sua obra com esta comunidade de amigos. Essas mesmas obras serão expostas no nosso blog, em futuros posts.
Caso pretendam contactar o Augusto Pessoa, poderão fazê-lo para :

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09 maio 2026

O Simão, uma banana e uma infância no Cubal

 


Memórias do Cubal

O Simão, uma banana e uma infância no Cubal

(Ruca )

Fotografia gentilmente captada pelo saudoso Augusto Pessoa, provavelmente em 1967/68, no Cubal.

Há fotografias que nos chegam como pequenas cápsulas do tempo. Esta é uma delas.

Foi gentilmente captada pelo saudoso Augusto Pessoa , marido da Maria Socorro e pai do meu amigo de infância Sergito (Ivo Sérgio), provavelmente em 1967 ou 1968, no quintal de uma casa que os meus pais arrendaram ao casal Augusto e Socorro, no Cubal.

Esta mesma casa e outras memórias do Cubal de ontem podem ser revisitadas numa publicação antiga do blogue: “Cubal de ontem, por Augusto Pessoa” .

Na imagem estou eu, ainda menino, diante de um desafio que, naquele tempo, me parecia enorme: dar “pessoalmente” uma banana ao Simão, o macaco que havia lá em casa.

Hoje, olhando para esta fotografia com os olhos de agora, é impossível não fazer uma ressalva. A nossa sensibilidade mudou, felizmente. Sabemos hoje que animais como este não devem viver como animais de estimação, presos a quintais ou afastados do seu ambiente natural.

O que então era visto com naturalidade, hoje causa-nos desconforto, e ainda bem. A evolução também se mede por essa capacidade de olharmos para trás com ternura, mas sem deixarmos de aprender.

Esta fotografia deve, por isso, ser vista como aquilo que é: um documento de época. Um retrato de um tempo, de uma infância e de uma forma de viver que já não existe.

Naquele Cubal dos anos 60, não havia smartphones, não havia televisão ao alcance de todos, não havia este mundo de estímulos, ecrãs e ofertas permanentes que hoje rodeiam os mais novos. Havia quintais, terra, árvores, pequenos perigos, grandes aventuras e uma liberdade que se vivia com o corpo inteiro.

E havia também desafios. Como este.

Recordo-me de que o Simão não estava propriamente interessado em cerimónias. Queria a banana, e queria-a depressa. Eu, cheio de coragem e alguma inconsciência própria da idade, lá me aproximei.

O resultado foi o esperado: arranhões, susto, risos e, provavelmente, mais uma generosa dose de mercurocromo e pensos rápidos. Naqueles tempos, éramos todos bons clientes desses pequenos socorros domésticos.

Imagino o Augusto Pessoa, com a sua máquina fotográfica, talvez uma Agfa, a tentar encontrar o melhor enquadramento enquanto tudo acontecia depressa demais. E ainda bem que o fez. Porque, sem ele, este pequeno episódio ter-se-ia talvez perdido na poeira da memória.

Hoje, ao olhar para esta imagem, não vejo apenas um menino e um macaco. Vejo uma infância vivida ao ar livre. Vejo o Cubal da minha meninice. Vejo a terra nos pés, os arranhões nos joelhos, a coragem ingénua, os amigos por perto, os adultos atentos e aquela felicidade simples que não precisava de grande explicação.

É verdade que nem tudo nesse tempo era perfeito. Nenhum tempo o é. Mas havia momentos em que quase todos parecíamos felizes. Ou, pelo menos, sabíamos ser felizes com muito pouco.

E talvez seja isso que esta fotografia me trouxe hoje: a lembrança de um Cubal onde se vivia mais devagar, onde cada pequeno acontecimento podia transformar-se numa história, e onde até uma banana dada ao Simão ficava guardada para sempre no coração de um miúdo.

Hoje deu-me para isto: mais uma nostalgia cubalense.

Com saudade, respeito pela memória e também com a consciência do que aprendemos entretanto.

Ruca

Nota para os leitores: estas memórias são partilhadas com o carinho próprio de quem recorda uma infância vivida no Cubal. Se algum leitor reconhecer pessoas, lugares ou detalhes que possam ajudar a completar esta história, terei muito gosto em receber o seu contributo.

Cubal Angola Terra Amada!
https://cubal-angola.blogspot.com

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13 abril 2008

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Augusto Pessoa

Através dos meus pais, que têm mantido contactos com o Augusto e a Socorro, tive o prazer em obter notícias dos mesmos e do seu filho e meu querido amigo de infância Ivo Sérgio.
Soube ainda da "veia artística" do nosso amigo Augusto. Penso que o mesmo não se importará que eu a divulgue à nossa comunidade, uma vez que é para todos nós um orgulho saber de alguém do Cubal e que se tem dedicado às artes mais concretamente à pintura com temas africanos.

Quem tiver curiosidade em conhecer algumas pinturas poderão ver em


clicar de seguida em : artistas / representados / augusto pessoa

e apreciem a obra...

A esperança é que o Augusto Pessoa, um dia destes disponibilize algumas fotos sobre o seu trabalho, para que possamos todos apreciar.

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15 novembro 2010

"Por Brincadeira" de Augusto Pessoa



Com os meus cumprimentos, envio uma imagem do livro, que, "POR BRINCADEIRA", decidi escrever. Deste modo, para já, satisfaço o que prometi. Estou a trabalhar noutros produtos fotográficos que aos poucos vão aparecendo. Depois vou enviando. Um abraço de todos nós, para ti, pais, e cubalenses.
Augusto Pessoa
**
Aqui divulgo, com agrado, a capa do livro do nosso Augusto Pessoa, a quem saúdo enviando um abraço extensivo à família.
Ruca

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23 outubro 2010

Exposição de Artes de AUGUSTO PESSOA na junta de Freguesia do Feijó, Almada, em Setº/ 2010.













O nosso amigo cubalense Augusto Pessoa vem novamente até nós, partilhando algo que lhe é muito querido. A sua arte foi, desta vez, exposta na Junta de Freguesia do Feijó.
Aqui ficam alguns testemunhos deste belo momento.
Parabéns Augusto Pessoa!
Saudações
Ruca

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A. Pessoa

C.V. de Augusto Pessoa

...em Angola
Augusto de Jesus Pessoa, nasceu em Angola, antiga Nova Lisboa, a 31 de Julho de 1941. Começou por desenvolver a sua actividade profissional como desenhador-projectista de construção civil no Cubal-Angola.
...em Portugal
Assistido e acompanhado pela professora Otília Costa (Lita Lisboa) desde 2005, inicialmente na Universidade Sénior de Almada e posteriormente, no seu atelier particular, em pintura a óleo.
Aluno da professora Teresa Oliveira desde 2007 na Universidade Sénior de Almada em expressão de artes.
Associando conhecimentos do desenho profissional, adquiridos enquanto desenhador-projectista de construção civil,com aqueles obtidos através das suas professoras, leituras, visitas a exposições de arte e museus, e outros adquiridos através da sua alargada experiência profissional, tenta passá-los, continuamente, à sua maneira de se exprimir em pintura.
A procura de caminhos, novas técnicas e saberes é uma constante em si.
África tem sido tema abordado, bem como outros...



De mim...um pouquinho.
Pouco, muito pouco.
Não que mais não tenha...
Já que de vida longa
Meu corpo e mente contenha.
Pouco, para, ainda menino,
Já curioso, buscava e rabiscava
Um qualquer canhenho, algum tino...
Daquilo que tanto gostava.
O desenho!

Mas, de que servira o gosto,
Se o importante faltava?
Luta desigual fui travando...
Vencidos obstáculos, barreiras surgidas.
Barreiras vencidas, novos rumos, novos
rugidos.
Ora navegando, ora surfando...

Até que... A pintura!
Finalmente, nova aventura.
Desafios postos, logo vencidos
Com paixão, amor e ternura.
Também com olhos humedecidos.
Sentimentos, por vezes contraditórios,
Entre o prosseguir e o desistir.
Desistir, quando acreditas?
Desistir, quando és capaz?
Não! Nunca!
Isso não se faz!
A.Pessoa

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28 junho 2008

Amigos de infância que se reencontram - IVO SÉRGIO PESSOA e RUCA (Rui Gonçalves)

1.Amigos : Ivo Sérgio (à esqª da foto) e Ruca
3. Ivo Sérgio e Ruca (à boleia)
3.Ruca e Ivo Sérgio (à boleia)

O Ivo Sérgio Pessoa, fez-me uma enorme surpresa. Para além de outras fantásticas fotos do Cubal e Cubalenses, fez-me também chegar algumas, que me trouxeram à lembrança a nossa infância, passada ora no quintal da casa dos seus pais (Mª do Socorro e Augusto) ora no quintal da casa dos meus pais (Júlia e Raúl). Como tive oportunidade em dizer ao Sergito, : Hoje já tenho a minha "dose".

Uma dose de amizade e recordações de bons momentos passados entre as nossas famílias, na nossa Terra Amada CUBAL.

SERGITO, OBRIGADO POR AQUILO QUE HOJE ME FIZESTE SENTIR.

"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso."
Charles Chaplin
um abraço extensivo aos teus pais e demais família
Ruca

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27 dezembro 2025

Passagem de ano cubalense

À medida que outro ano se despede, o coração leva-nos de regresso às noites de gala que moldaram a nossa juventude no Cubal. Eram tempos de brilho simples, de música bem escolhida e de sonhos que cabiam num salão cheio de luz. Hoje, recuperamos mais um fragmento desse passado dourado — uma fotografia cedida com amizade e generosidade por Ivo Sérgio, companheiro de infância e memória viva da nossa terra.

O registo, feito durante uma Passagem de Ano no C. D. Ferrovia, mostra-nos uma mesa onde reinavam a boa disposição e o charme de uma época que soubemos viver com intensidade. Ali reconhecemos os pais do Ivo, Maria do Socorro e Augusto Pessoa, ladeados por Alexandre Fonseca (ao fundo) e pelo Enf.º Matos, num ambiente de festa e distinção que só o Ferrovia sabia oferecer.

Repare-se nos pormenores — a toalha de renda imaculada, as garrafas prontas para o brinde, o olhar confiante de quem recebe o futuro com serenidade. O Ferrovia era mais do que clube; era ponto de encontro, palco de amizades que atravessaram oceanos e décadas, e que continuam, como esta fotografia prova, a resistir ao tempo.

Republicar esta imagem não é apenas olhar para trás. É prestar homenagem a uma geração que edificou identidade, comunidade e afeto. Que este brinde captado no passado nos inspire a receber o novo ano com igual esperança, elegância e gratidão.

Um abraço fraterno para todos os que guardam o Cubal no coração. 🤍

Ruca


1.Alexandre Fonseca (ao fundo), Mª do Socorro, A. Pessoa e Enfº Matos no
C. D. Ferrovia – Passagem Ano

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22 julho 2008

Cubalenses

1. Ivo Sérgio, com a mãe Maria do Socorro e....
Na 1ª foto, reconheço a Srª. Professora D. Lourdes,(mãe dos manos Marta: Fernado, Orlando, Zito e Carla) é senhora que está de vestido lilás clarinho.
2. Augusto Pessoa e ....
Fotos: Ivo Sérgio Pessoa

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07 setembro 2008

Arte do Cubalense Augusto Pessoa


1.Título: Alimento da Vida
Técnica: Óleo sobre tela 73 x 92
2.Título: Abunda
Técnica Pastel sobre tela 50 X 60

3.Título: Vidas Cruzadas

Técnica: Óleo sobre tela 100 X 60

**
Autor : A. Pessoa

Contactos: ajpessoa@gmail.com

tm – 939344052

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27 novembro 2010

Cubalenses amigos, por Augusto Pessoa

1
Fernando da Silva Vilares, presidente da C.M.C ; José Maria de Oliveira (?) Abílio da Silva, maquinista do C.F.B.
e a minha querida Amélita

2
Minha casa bi-familiar, em mais um aniversário do m/filho, estando à esqª meu tio Herculano Ferreira Serêno, esposa, Damiana de Jesus Vasques Sereno, meu primo Carlos Manuel Vasques Sereno (NINO), Sr. Vieira, meu vizinho, três amigos, (QUEM SÃO?*I), filho do Sr. Belizário Augusto Mata, Ramos da C.M.C. meu colega e inquilino, Sr. Belizário A.Mata, meu vizinho e funcionário da C.M.C., a aurenTINA Esteves Lima, D.Lurdes Vieira, esposa do Sr. Vieira.
- Na janela aberta ao fundo, o meu gabinete de trabalho
 *I) à pergunta "QUEM SÃO?: Três miúdos bem identificados e que viviam felizes partilhando uma verdadeira amizade. Abraço Ruca
3
D.Lurdes Vilares, e professoras da Escola, no aniversário de m/filho, o mais alto na foto ;-)

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Cubal de Ontem, por Augusto Pessoa

1
Foto da minha casa, bi-familiar, que seria a 4ª/5ª, onde morei com a família,
tendo como inquilino o meu amigo Ramos que trabalhava na C.M.C. na outra parte bi-familiar.

2
A minha 1ª casa, onde moramos,  e vocês*, mais tarde (*Júlia, Raúl e Ruca)

3
Estacas para marcação da minha 2ª casa, vendo-se ao fundo, a 1ª casa

4
A minha 3ª casa, onde morou o Sr. Enfermeiro do Hospital do Cubal,
 mais tarde alugada aos Senhores BOAVIDA, do C.F.B


B.t. Amigo RUCA. 
Mais uma vez, cá estou a relembrar a nossa terra. Tentarei identificar (nas legendas).
Assim que tiver mais recordações, vou enviando. 
Cumprimentos a teus pais e um abração para ti e Cubalenses.

****
Caro Augusto,
Belos testemunhos que nos envia. Obrigado pela partilha. Um agradecimento especial pela imagem 2. Aquela casa que me lembro tão bem (com a imagem na parede) e que a tenho tão presente na memória, apesar dos meus 4-5-6 anos. Ali passei, juntamente com o V. filho Ivo Sérgio, talvez os momentos mais felizes da infância. OBRIGADO!
Abraços a todos vós.
Ruca

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02 setembro 2015

26º Encontro dos Antigos Estudantes e Amigos do Cubal



40º Aniversário do Êxodo
26º Encontro dos Antigos Estudantes e Amigos do Cubal
Está a chegar o próximo encontro dos Antigos Estudantes e Amigos do Cubal.
Faz precisamente 40 anos, que entre 17 de Julho de 1975 e 3 de Novembro, desse mesmo ano, se deu a derrocada imparável da sociedade angolana, tal como um navio a afundar-se, estava condenada à destruição e à ruína. Em escassos meses, mais de trezentos mil “retornados”, são obrigados a largar tudo e a fugir, embarcando numa ponte aérea e marítima que marca o maior êxodo da história dos portugueses. Para trás deixaram os seus amigos, os seus amores, as suas fazendas, as suas lojas, as suas casas, os seus carros e até os seus animais de estimação e também deixaram um rastilho aceso que acabaria por abalar toda a África Austral. O preço para o povo angolano dessa luta fratricida, sem quartel, foi muito elevado, para no fim não existirem vencedores.
Afinal todos perderam…

Há 40 anos quando chegamos de Angola, pensem bem, eu, José Lemos, tinha 26 aninhos e os meus “velhotes” 46. Como é possível ter nesta altura do campeonato, um filho com a idade dos meus pais? Este raciocínio até parece um paradoxo do tipo Epiménides. Curioso!... Como não me apercebi da velocidade alucinante do tempo? Esta verdade nua e crua, do decorrer da vida, com a qual nos defrontamos permanentemente, é irreversível e imparável, e para mal dos nossos pecados, é limitada, e quando chegarmos à meta, ali já ao virar da esquina, aguarda-nos uma agência de viagens que nos irá oferecer um bilhete de ida, sem regresso, para uma “jornada de luz” em direcção ao infinito.
Mas enquanto espero com paciência por esse futuro inevitável do além, mas indesejável, provavelmente de trevas, vou pregar-lhe uma “finta” e rumar ao passado.
No arquivo geral da minha memória, clico ao acaso num qualquer ficheiro e ao abri-lo, vislumbro um conteúdo da adolescência com mais de cinquenta anos de existência, tendo como pano de fundo os dois clubes, o da Vila e o do Ferrovia. O nome destas duas instituições é sinónimo de grandes farras com conjuntos musicais e bailarico e sobretudo o que muito me deleitava, assistir a projecção de filmes. Quanto a estes, recordo as famosas películas cinematográficas de “Westerns” e algumas deixaram marcas indeléveis, caso de Shane, Rio Bravo, Os Profissionais, Por um Punhado de Dólares, Os Sete Magníficos, Cinco Anos Depois. Lembro-me deste último, cuja acção decorre próximo da fronteira dos Estados Unidos com o México e o resultado é singular e importante. «One-Eyed Jacks» põe Marlon Brando frente a frente a um velho cúmplice de assaltos que o traíra, Karl Malden, feito sheriff de uma cidade onde o primeiro o vai encontrar cinco anos depois de ter sido preso.
Na época, ao analisar uma história deste género, com uma ponte de cinco anos, a nossa “tola” entrava em órbita, tal o grau de perplexidade que a envolvia, era muito tempo, era areia a mais. Claro, significava pouco menos de metade da nossa curta existência!
Afinal tudo é relativo, como diria Albert Einstein. Esse minúsculo espaço de tempo não passava de um sopro…

Na verdade tens uma oportunidade excelente de no dia 3 de Outubro reencontrares colegas que já não os vês, não há cinco anos, nem tão pouco há vinte, mas há quarenta ou mais anos. Prepara-te para momentos inacreditáveis e irrepetíveis no resto da nossa existência.

Mas… Alguém pergunta:
“O que é que é preciso fazer para experimentar uma oportunidade, como esta, com tanta emoção”?
Muito simples, respondo!
“Apenas e só, inscrever-te no próximo Encontro dos Antigos Estudantes e Amigos do Cubal. De outro modo, não adianta depois chorares sobre o leite derramado”.

Agendado para o dia 3 de Outubro de 2015, na Figueira da Foz, promete ser inovador para os participantes e espera congregar muitos daqueles que foram companheiros de caminhada, de carteira, de trabalho e de aventuras, visando sobretudo o reforço das suas ligações.

 A Organização do Evento, pretende proporcionar agradáveis momentos de convívio e como é óbvio, gostaria de poder contar com a tua presença.
26º Encontro de Antigos Estudantes e Amigos do Cubal

A 03 de Outubro de 2015 realiza-se no Grande Hotel da Figueira da Foz – Mercure - o Encontro de Antigos Estudantes e Amigos do Cubal que permitirá, “reviver, durante um fim de semana intenso, todas as lembranças do tempo de estudante com os amigos e a família”.
Reserva o teu lugar antes que esgote, contacta-nos por e-mail ou telefone.

1 - PROGRAMA

Sábado • 3 de Outubro
14H00     
§  Concentração no Hotel
§  Recepção dos participantes no Hall do Hotel, a realizar por elementos da organização.
§  Distribuição dos quartos (ver quartos - nota1).
§  Convívio
18H30     
§  Aperitivo  (ver Menu)
20H00     
§  Jantar (ver Menu)
 21H30
§  Animação musical.
§  Baile
§  Vai andar o quino
§  Surpresas
§              Ceia (ver Menu)  por volta das 01H00
Custo da Animação Musical
§  5€ por pessoa

Domingo • 4 de Outubro
§  Entre as 07H00 e as 11H00 será servido o Pequeno Almoço
2 - MENU
Aperitivo
§  Espumante de frutos silvestres e canapés
 Jantar:
§  Sopa de peixe (Opção – Creme de Espargos)
§  Bacalhau com broa
§  Medalhões de Novilho com Molho de Pimentas, acompanhado com batata rosti e legumes salteados
§  Buffet de sobremesas
Ceia:
§  Ceia prego no pão e caldo verde
Custo
§  28.50€ por pessoa
QUARTOS
Nota1:
§  Em função da sua localização e vista, os quartos serão distribuídos da seguinte maneira: 1- Disponibilidade do Hotel na entrega dos quartos à organização; 2 – Opção de escolha para quem dorme já na sexta-feira; 3- Distribuição dos restantes quartos, por parte da organização, de acordo com a data de inscrição no encontro feita pelo participante.

Tabela de Custos das Dormidas
§  Quarto para uma pessoa
Custo 49€
§  Quarto para duas pessoas
Custo 54€
§  Quarto para duas pessoas C/Cama Extra (com < 14 anos)
Custo 54€
Serviço Grátis para Crianças com < de 14 Anos de Idade

3 - O TEU CUSTO
= Despesa com o Hotel (Jantar 28,50€ por pessoa + Quarto) + 5€ por pessoa para Animação Musical
4 - PROCEDIMENTO PARA PAGAMENTO
Por razões de ordem logística, seria muito importante ter a confirmação da tua presença e comprovativo de pagamento, impreterivelmente, até ao dia 16 de Setembro de 2015 (deve ser utilizado preferencialmente o pagamento por Multibanco utilizando o NIB 0007 0000 00281645903 23, seguido do envio da fotocópia do talão de transferência do Multibanco – digitalizado - para o endereço de email:

Se a opção for o pagamento através de cheque, o mesmo deve ser passado em nome de Sérgio Augusto de Sousa Gonçalves e enviado pelo correio para:
Sérgio Gonçalves
Rua Ciudad Rodrigo, 44
Buarcos
3080 – 221 Figueira da Foz
Em caso de dúvida contacta a organização.

Esperando que nos possamos encontrar no próximo dia 3 de Outubro, apresentamos os nossos melhores cumprimentos

5 - Elementos da Organização e Contactos

Endereço do e-mail
Telemóvel
Tel.Fixo
Sérgio Gonçalves
968579775
233428340
Amílcar Múrias
964003593

Mª Conceição Múrias
910100901

Mª Olímpia Lemos
969626508
232400790





6 - Podes aceder ao nosso Blog do Encontro:

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